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O charme do MBA no exterior caiu muito. Até formados em Harvard estão sofrendo para arrumar emprego.

  • Gustavo Sette
  • 21 de jan.
  • 1 min de leitura

Interessante matéria na capa do Wall Street Journal de hoje diz: "Even Harvard M.B.A.s Are Struggling to Land Jobs" (até mesmo os MBAs de Harvard estão enfrentando dificuldades para conseguir emprego).


Quando eu morava em Boston, no começo do século, os alunos dos MBAs eram recrutados na própria escola, em um ambiente que parecia a formação das futuras estrelas de um time da NBA. Hoje, segundo a matéria, 23% dos formados estão ainda sem emprego meses após a formatura, e mesmo contratantes habituais, como as McKinseys da vida, perderam o apetite pelos MBAs.


A matéria é tímida em apontar os motivos, então vou arriscar alguns:


 1️⃣ As empresas estão mais céticas com muita teoria e pouca prática?


 2️⃣ Existe uma resistência a executivos cheios de certezas, pautas woke e querendo entrar ganhando um caminhão de dinheiro?


 3️⃣ Há uma percepção de elitismo e desconexão da realidade desses alunos?


 4️⃣ O recrutamento está mais focado em habilidades práticas, soft skills e competências tecnológicas como IA, dados e programação?


 5️⃣ Estamos valorizando mais a experiência real, que tende a funcionar melhor frente a desafios de verdade?


No Brasil, eu adicionaria o excesso de oferta e a vulgarização do termo MBA. Não sei se globalmente isso também é um fator.


Um MBA desses não sai por menos de 250 mil dólares, mais 2 anos de "não salário". Vale a pena o investimento? 


WSJ, 16/jan/25




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